Sobre Issac Jaló

Minha História

Isaac Jaló nasceu em 1996, em Lisboa. Identifica-se como um indivíduo que, através da arte, tenta advogar em
prol de um mundo melhor. Eterno aspirante a futebolista profissional, trocou as chuteiras pela caneta e
encontrou nela um refúgio. Aos treze anos de idade, dá início aos primeiros rabiscos intencionais. Três anos
depois dos primeiros toques, nasce a sua carreira literária, com a publicação do livro de poesia Alma Perdida.
A título voluntário, passa a escrever para uma rubrica no jornal Record, onde aborda diversas temáticas
relacionadas com o universo futebolístico. Conta também com colaborações em publicações independentes,
nomeadamente no Orpheu 3, de André Di Santo. Fez a sua formação na International School of Palmela, onde
não só desenvolveu as mais variadas competências em diferentes áreas, como obteve a oportunidade de as
aplicar em projetos de iniciativa pessoal e comunitária. Pronuncia-se como amante incondicional de arte e das
ciências humanas. Em 2018, publicou Islâmicos 14:38.

Vida Pessoal

Isaac Jaló volta ao Prisma para reavivar o V das suas Peripécias Espaciais
Foi em Dezembro de 2023 que  Isaac  lançou publicamente o espectáculo a que deu o nome de V, do terceiro volume da sua obra Peripécias Espaciais. Este, intitulado M, inclui um sublivro também baptizado com uma só letra, V e estruturado em cinco partes: V de Vácuo, V de Vermelho, V de Vilão, V de Vendetta e V de Vitória. A apresentação pública de V foi no Prisma Estúdio, em Lisboa (na Rua da Palma 268), mas não ia ficar por ali.

"E, depois de escutar a história de Umar, conviver com Safiya e conhecer aquele lado de Mustafa, convenceu-se mais ainda sobre isso. "

Isaac jaló

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Aqui fica um excerto de V, de Peripécias Espaciais, numa cadência sonora e num ritmo de escrita a que não serão alheios o rap e o hip hop: “Gosto de descer a calçada da Rua do Alecrim pelo seu lado esquerdo, num perfil discreto, contraposto à luz, mas circunspecto. As pedras na calçada serão imaculadas com as estrelas da nossa Lisboa. Nova Lisboa, ouvi o Dino num hino, eu sou o novo Pessoa. António Variações, vario acções e voo para Goa. Muito sinto, quinhentos e vinte, desaperto o cinto. Num labirinto, eu muito finto, as serpentes e os dormentes deste recinto. Castelo de Cartas, com amor, mas não mo partas. Às quartas… Pensão do Amor, escrevendo cartas… Com amor… mas não mo partas.”

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