Escritos à máquina

Poemas datilografados

Poemas escritos à máquina, na rua e por encomenda. Estes são alguns dos que ficaram registados.

Como nasce um poema

Tinta, papel e uma conversa

Na parede ficam alguns poemas meus, presos por molas. Mas o que mais gosto é de escrever o teu, ali mesmo, a partir do que me contas.

Pode ser um nome, uma palavra, uma viagem, uma saudade. Ouço e começo a bater nas teclas. Os erros ficam, riscados à máquina, porque também fazem parte do poema. No fim, data, local e assinatura.

Poema datilografado em papel rosa, na máquina de escrever, sobre a calçada da Rua Augusta

Queres um poema só teu?

Para ti, para oferecer ou para cada convidado do teu evento.